Notícias

Helena tem contrato como advogado do PSC de Witzel com salário de R $ 22 milhões

Helena tem contrato como advogado do PSC de Witzel com salário de R $ 22 milhões
RIO - Além de ter firmado um contrato com o DPAD para receber R $ 15 mil por mês, a primeira ama Helena Witzel pelo menos outra fonte de renda: ela é empregada do PSC, partido do governador Wilson Witzel. Advogado da sigla desde janeiro de 2019, contratado sob o regime celetista, sem exclusividade, ela…

RIO – Além de ter firmado um contrato com o DPAD para receber R $ 15 mil por mês, a primeira ama Helena Witzel pelo menos outra fonte de renda: ela é empregada do PSC, partido do governador Wilson Witzel. Advogado da sigla desde janeiro de 2019, contratado sob o regime celetista, sem exclusividade, ela tem salário atual de R $ 22. 390. Segundo o partido, ela representa o PSC em 12 processos que ocorrem em diversos tribunais. Witzel também foi advogado do PSC antes de ser governador, entre abril e dezembro de 2018, com vencimento de R $ 21 5 mil.

O advogado José Carlos Tórtima, que defendeu Helena, diz que não há incompatibilidade no fato de ela advogar para o PSC, uma vez que o partido é uma instituição de direito privado e ela não está prestando serviço para o estado ”. Sobre o contrato de 36 meses com o DPAD, empresa investigada na Operação Placebo, Tórtima disse que o acordo firmado é comum entre os escritórios de advocacia. Segundo ele, não chamado “contrato de partido”, uma empresa paga mensalmente um profissional ou um escritório que pode ser acionado por consultorias e, em caso de necessidade, por demandas judiciais.

– É como um plano de saúde, um seguro que você paga mensalmente. Se aparecer alguma criptografia com sua saúde, você terá menos de uma parte maior do custo coberto pelo plano. Isso também faz parte da área jurídica – declarada ou solicitada, explicando que contrato era para atuação nas áreas possíveis, tributária e trabalhista.

O contrato foi citado na decisão do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça, que autorizou a Operação Placebo, deflagrada anteontem contra Witzel e Helena. Para investigadores, não há nenhuma prova de prestação de serviços do escritório do primeiro dama para o DPAD.

Você disse que seu cliente prestou consultas verbais e recebeu uma única solicitação de um parecer na área de conformidade. O documento pedido, no entanto, não foi entregue porque o DPAD virou um dos alvos da Operação Favorito, em 14 de maio, que causou irregularidades na área da saúde no governo de Witzel. Foi durante uma investigação dessa ação que contratou Helena e uma empresa acabou sendo identificada e remetida para STJ.

– Esse contrato é idôneo. Os pagamentos foram efetuados e lançados na contabilidade do escritório. Foi pago um imposto de todos os valores recebidos – destacado Tórtima, que Helena recebeu como parcelas nos últimos meses.

Consulte Mais informação